Petroreconcavo (RECV3): ANP encerra contrato e empresa tem 180 dias para desativar campo
O ativo havia sido arrematado pela Reconcavo E&P durante a 6ª Rodada de Licitações da ANP, em 2024. Desde então, apenas um poço foi perfurado. Segundo a diretora e relatora do processo, Symone Araújo, o campo registrou produção em apenas um mês, totalizando meio barril de petróleo e 0,026 metro cúbico de gás natural.
Em 2024, a agência reguladora notificou a companhia para que retomasse a produção no prazo de 12 meses ou transferisse os direitos a outra operadora. Faltando três dias para o fim do período estipulado, em setembro de 2025, a concessionária solicitou prorrogação de seis meses, alegando interesse na continuidade do campo.
👀 “No último dia do prazo, a empresa comunicou que reiniciou a produção, mas em dezembro do ano passado, foi notificada que não tinha registro no boletim de produção e comunicou que houve falha de comunicação interna, não houve retorno efetivo””, afirmou a diretora durante reunião realizada nesta sexta-feira (13).
Os números da RECV3 em janeiro
Lembrando que a produção média diária da RECV3 em janeiro de 2026 ficou em 24,1 mil boe/dia (barris de óleo equivalente por dia), o que representa uma queda de 3,5% na comparação com dezembro. O recuo foi provocado por uma parada programada na UTG Catu, que impactou o Ativo Bahia, houve também uma interrupção não programada em cinco campos por um dia.
📊 No Ativo Potiguar, a produção somou 12,1 mil boe/dia, redução de 0,6% frente ao mês anterior. A produção de petróleo foi de 7,7 mil barris por dia, com queda de 2,5%, influenciada por falhas em poços de alta vazão no polo Sabiá e pelo declínio natural.
Parte desse impacto foi compensada pelo aumento da produção em Riacho da Forquilha após intervenções de reparo. Já a produção de gás natural no ativo cresceu 3,0%, alcançando 4,4 mil boe/dia.
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