GNLink consegue aval da ANP para projeto com PetroReconcavo no RN

Container GNLink / crédito: divulgação GNLink

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concedeu à GNLink nova autorização para distribuição de gás natural liquefeito (GNL) a granel por meio rodoviário. A autorização se refere ao projeto Carnaúba, parceria entre GNLink e PetroReconcavo para abastecimento de municípios no Nordeste que não contam com gás canalizado.

Atualmente, a estação de acondicionamento de GNL no município de Carnaúba, no Rio Grande do Norte, não está concluída. Assim, o carregamento de GNL será feito nas instalações de acondicionamento da GNLink no município de Pitanga, no Paraná. Quando a estação em Carnaúba estiver concluída, o GNL também poderá ser carregado ali.

A autorização da ANP prevê o acondicionamento de até 88 mil m³ de GNL por dia na estação de Pitanga (PR), resultando em aproximadamente 2,6 milhões de m³ de GNL por mês. Quando a estação de Carnaúba ficar pronta, o volume poderá aumentar para até 176 mil m³ por dia, o que corresponde a cerca de 5,2 milhões de m³ por mês.

A Copa Energia entrou no capital social da GNLink em 2025, com a compra de 36% de participação em uma estratégia para diversificar sua atuação no mercado de energia, com a inclusão do gás natural liquefeito (GNL) em seu portfólio de soluções. A GNLink continua com 64% de seu capital sob controle da Lorinvest, gestora brasileira de investimentos que administra recursos próprios e de terceiros.

A empresa detém atualmente duas unidades de liquefação de GNL em operação, localizadas no Paraná e na Bahia, e uma terceira planta no Rio Grande do Norte, aguardando comissionamento.

Até o ano passado, a expectativa da GNLink era alcançar uma capacidade operacional de 292 mil metros cúbicos normais por dia (Nm³/dia), o que poderá posicioná-la como o terceiro maior produtor e distribuidor de GNL do Brasil.

Comericalização de gás

A Cocal e a Orizon receberam o aval para a atividade de comercialização de gás natural. A autorização, contudo, não libera as atividades de distribuição de gás natural comprimido (GNC) el liquefeito (GNL) a granel, ou para uso próprio e de projeto estruturante.

*Nota atualizada às 15h58 para inclusão das informações sobre a parceria com a PetroReconcavo

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